RSS

sexo X amor x adolescência

…Como educar uma criaturinha vinda de uma convenção pré-elaborada?
De um lado o educador, os pais , uma geração castrada e vigiada,   e do outro o educando…tendo uma liberdade exagerada e fora do controle.
Desde o nascimento o ser humano moderno aprende a se comportar para TER e não para SER.
Muitas vezes as escolas, a família as instituições produzem estes verdadeiros desastres na vida das pessoas.
Como educar um filho que passa a maior parte do tempo convivendo com outros modelos muito mais voltados para o cérebro do que para a alma?
Eis o conflito…Como pode um adolescente ser aceito no seu grupo de convívio sem ser igual aos demais integrantes.
Grande conflito…e sintonias erradas
Infelizmente grande parte da juventude, e de um grande grupo de “adultinhos”, estão sob o controle de instintos.
Praticam sexo como animais, o instinto prevalesce…agem exclusivamente pelo irracional.
Seria muito mais enriquecedor se aí tivesse um pouco de racional, de ternura e de sensibilidade.
A conciência faz parte da alma.
Separar estas duas coisas racional e irracional, é ter o controle sobre sí.
E ter a consciência que fazer sexo é diferente de fazer amor, enriquece, gratifica, fortalece.
Que bom se nossos garotos e garotas, soubessem disso!!!!

Viagra X Adolescência

Lançado há seis anos no Brasil, o Viagra tornou-se a mais nova, e também perigosa, arma de jovens e adolescentes durante o ato sexual. O que poucos sabem é que seu uso indevido e sem acompanhamento médico pode colocar a vida em risco e causar dependência psicológica. “O Viagra só é indicado em casos de disfunção erétil, que significa a perda da capacidade de ereção”, explica o urologista Sérgio Levy.

O Viagra não é proibido para adolescentes, mas seu uso é apenas indicado quando diagnosticado por um médico. Segundo Dr. Sérgio, quando um adolescente sofre com problemas de ereção é necessário avaliar aspectos físicos e emocionais, o que demanda também a atuação de um psicólogo.

O urologista destaca ainda que é fundamental derrubar o mito de que o medicamento aumenta o prazer durante a relação. Além disso, há diversos efeitos colaterais, que vão de dores de cabeça e rubor facial ao raro priapismo – uma dolorosa e persistente ereção que pode durar horas ou até mesmo dias. O maior risco da utilização sem acompanhamento médico ocorre com a interação entre o Viagra e outros remédios que contém nitrato. “Nesses casos a vida é colocada em risco”, alerta Dr. Sérgio.

A médica hebeatra Mônica Mulatinho (especialista em adolescência) explica que o consumo de Viagra por jovens está relacionado ao desejo de um desempenho sexual superior, à ansiedade e ao temor de falhar na “hora H”. “Em nossa sociedade, o homem é muito cobrado a vender uma imagem de atleta sexual”, explica. A influência do grupo e o medo de decepcionar a parceira também pesam na decisão. “Falhar no início da vida sexual é natural. Procurar um médico é o primeiro passo caso o problema persista. Nesses casos, a auto-medicação trará mais malefícios que solução”, finaliza Dra. Mônica.

Sexo na adolescência

Auto-estima X Kama Sutra

A primeira reflexão a ser feita é que o sexo não está aí para ser consumido sem maiores conseqüências. Ele traz prazer, mas também envolve responsabilidade e compromisso com o outro, com a própria saúde e com a preservação de um projeto de vida que pode ser totalmente alterado por uma gravidez precoce. “A imagem de sexo que se propaga hoje não é legítima, pois fala só do prazer e não das conseqüências”, critica Egypto. Na maioria das vezes, o adolescente não imagina as reais implicações de ter um filho nem calcula as mudanças que isso vai acarretar na vida dele. Albertina Duarte lembra que mais de 70% das adolescentes que engravidam deixam os estudos, 40% delas são abandonadas ainda na gestação pelo parceiro, que raramente se envolve com a criança, e em 72% dos casos é a família da garota que assume o bebê. “A discussão não é se o adolescente quer ou não ter um filho, mas se está preparado para esse querer. Eles também querem dirigir e nem por isso entregamos um carro a alguém de 11 anos”, argumenta a médica, reforçando a convicção de que ajudar o jovem a construir uma atitude saudável diante do sexo depende muito mais de acolhê-lo nas suas carências do que de oferecer tratados de biologia ou o KAMA SUTRA.

Medo da camisinha

Esse cenário não surpreende a ginecologista Albertina Duarte Takiuti, coordenadora do Programa do Adolescente, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. “Hoje, ficou fora de moda ser BV (boca virgem) até entre os mais novos, e o adolescente considera as relações sexuais parte do namoro. Também mostra ambigüidade em relação à idade ideal para a primeira transa – eles dizem 17 anos, mas começam bem antes.” Não que seja uma questão cronológica. O que importa é a capacidade de cuidar de si mesmo. E, nesse quesito, eles vão mal.

Na avaliação dos especialistas, as campanhas de prevenção da aids e o aumento da educação sexual nas escolas desde os anos 1980 deram frutos mirrados. Segundo Carmita Abdo, 98% dos adolescentes conhecem anticoncepcionais e sabem que o preservativo é a única proteção contra o HIV. “Só que apenas de 35 a 40% usam camisinha em todas as relações. Eles evitam porque temem perder a ereção ou ejacular precocemente ao colocar o preservativo. E elas não exigem com medo de afastar o parceiro”, diz a psiquiatra. A conclusão é que informação não basta. “Enquanto o professor fala de coisas biológicas, eles ficam desenhando corações no caderno. O desafio é dar significado para a proteção e o autocuidado, transformando em ‘careta’ a atitude de não se prevenir”, ensina Albertina, que, com o Programa do Adolescente, vem obtendo resultados animadores em seu estado.

Segundo a Fundação Seade, entre 1998 e 2006, São Paulo teve queda de 32% na ocorrência de gravidez dos 10 aos 19 anos; redução de 34% da segunda gravidez na adolescência; e diminuição de 66% de novos casos de aids entre 15 e 19 anos. O segredo foi compreender que, mais do que tesão, o que motiva muitas dessas relações sexuais é insegurança e desejo de aprovação numa fase em que a insatisfação com o corpo, a incerteza sobre o futuro e as dificuldades no convívio com os pais alimentam a vulnerabilidade do jovem e afetam sua auto-estima. Albertina e seu grupo de trabalho acertaram ao incluir as emoções nas conversas sobre sexualidade e acolher até as dúvidas mais simples, como se ainda vai crescer ou por que está com espinha. “O adolescente precisa desenvolver a segurança para conseguir negociar na relação a dois sem medo de rejeição”, conclui Albertina.

Não adianta ter conversas esporádicas nem vir com eufemismos. Segundo a médica, é preciso ser clara ao dizer o que é relação sexual e especificar que pode ser vaginal, oral ou anal. Outro ponto importante é demolir mitos que induzem os adolescentes a práticas de risco, como achar que ninguém engravida na primeira transa ou que basta ejacular fora para evitar a gravidez. Também cabe voltar sempre ao tema e estar atenta aos questionamentos – eles ouvem falar de tudo, mas estão longe de compreender plenamente as implicações e riscos. Sabem, por exemplo, o que é sexo oral, conhecem a “mecânica” da coisa e até podem trocar idéias sobre como apimentar a prática. No entanto, poucos entendem que é possível pegar aids e outras doenças por meio desse contato sexual.

Essa opinião é compartilhada pelo psicólogo Antonio Carlos Egypto, coordenador do Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual (GTPOS), em São Paulo, e autor do livro SEXO, PRAZERES E RISCOS (SARAIVA). Um dos pioneiros na implantação de programas de educação sexual no Brasil, Egypto afirma que o jovem hoje recebe uma carga grande de imagens, textos e produtos relacionados à sexualidade, ao erotismo e à pornografia. “Só que essas coisas têm mais a ver com situações de consumo e se destinam a despertar a excitação. No outro extremo, estão as campanhas de prevenção. No meio de tudo isso está o jovem, incapaz de entender o que se passa com ele e com a sociedade. É aí que entram escola e família”, diz ele.

No entanto, a experiência mostra que muitos pais não estão preparados para oferecer uma educação sexual para os filhos e se sentem bastante aliviados quando a escola decide assumir essa tarefa. “Mas apenas eles podem transmitir os valores da família. Esse é um limite que precisa ficar estabelecido desde o início”, pondera Regina Célia Tocci Di Giuseppe, diretora ético-religiosa do Colégio Santo Américo, em São Paulo, que há dez anos inclui o tema na sua grade curricular. Para a psicopedagoga Eleuza Guazzelli, da Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, a dificuldade familiar está ligada a informações inadequadas, constrangimentos e preconceitos: “A saída é aproximar os pais dos projetos e das ações que desenvolvemos para que aprendam e apóiem os filhos”.

 

 

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 11/03/2011 em Sexo:

 

Coisas para Meninos:

Penteados Masculinos Moda 2011

Hoje em dia está muito na moda fazer novos penteados e cortes de cabelo para 2011. Conheça já as novas modas e tendências para o próximo ano.

O estilo de se vestir e do corte masculino estão sendo muito usado é o cabelo liso, que é alisado ou com chapinha ou com progressiva, uma calça colada da canela pra baixo e algumas dessas calças são coloridas como laranja, vermelho, amarelo, rosa, vinho, verde, azul claro forte, roxo, ente muitas outras cores, mas o cabelo é o mais importante, mas não são só esse estilo de cabelo, que são apropriados para jovens tem também o que é para os adultos confira algumas fotos e eu tenho certeza que pelo menos um você vai gostar e vai querer experimentar o novo visual, entrem nesse site abaixo.

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 11/03/2011 em Meninos:

 

Coisas para Meninas:

Que tal mudar o visual fazendo uma trança?

As tranças nunca saíram de moda, mas vive um dos momentos mais versáteis de sua história. Estão mais simples, assimétricas e com um jeitão de cabelo bagunçado – bem diferentes das comportadas tranças de casamento, que começam na raiz e só terminam na ponta do fio. As novas tranças são cuidadosamente afrouxadas e fazem par com topetes, desfiados e cabelos soltos. Há várias opções para fazer em casa ou copiar no salão.

As tranças são ótimas para serem usadas no verão, elas têm uma aparência romântica e um aspecto elegante com muito estilo. É um penteado que se pode usar para o dia, no trabalho, a noite ou uma festa. As tranças são um penteado perfeito para um look versátil.

Escolha aqui aquela que mais combina com seu cabelo, estilo e vida social.

Trança básica

Trança princesa

Trança frente e verso

 

 
1 comentário

Publicado por em 11/03/2011 em Meninas:

 

Gravidez na adolescência o que fazer

Gravidez na adolescência
Gravidez na adolescência tem se tornado cada vez mais comum em nossa sociedade, algumas tem entre 13/15 anos, idade em que há 10 anos atrás ainda se brincava de boneca. Gravidez precoce envolve muito mais do que apenas mudanças físicas, mas também sociais e emocionais.

Jovens que ainda mal sabem o que é ser adolescente têm de amadurecer antes do tempo, querendo ou não, afinal criar um bebê não é como brincar de boneca e essas jovens não estão preparadas para assumir tamanha responsabilidade, muito menos os meninos que não fazem idéia do que é ser pai, e muitos abandonam o relacionamento sem nem se quer pensar duas vezes, fazendo com que o número de mães solteiras cresça cada vez mais.

Mesmo com tanta informação disponível sobre sexo e métodos contraceptivos, ainda falta a ajuda dos pais, que muitas vezes têm vergonha para abordar o assunto, ou tentam impedir que o filho e/ou filha tenha relações sexuais, o que leva os jovens a fazerem do mesmo jeito e de madeira imprudente, sem pensar nas conseqüências.

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 11/03/2011 em Gravidez:

 

Adolescência e Escolhas no Ambiente Escolar

Adolescência e Escolhas no Ambiente Escolar

“Nossa geração sofre de vazio crônico. Os jovens foram escravizados pelo império da futilidade. Evidentemente há um número de jovens estudiosos e trabalhadores, mas não é o caso da maioria. A grande maioria vive dia após dia totalmente desorientada, sem objetivos, sem alvos, sem sentido. Eles destilam indiferença, hedonismo e ignorância. São absolutamente desinteressados com tudo o que não proporcione prazer instantâneo e descartável. Estão vazios de tudo. É um vazio infinito. É um vazio do tamanho de Deus”.
Davi Lago – Livro: Salva Vidas
Editora Independente.

Davi Lago é um jovem de 21 anos e que acaba de publicar seu primeiro livro: Salva Vidas. Ao iniciar esse artigo com um pequeno trecho extraído do livro citado quero enfatizar a importância da escolha durante a adolescência.
Durante toda nossa vida fazemos escolhas. Sejam elas simples do dia-a-dia, como que roupa colocar ou o que comer. Mas, também há momentos em que devemos optar por algo que alterará nossa vida e a dos outros. Esta distinção de importância é bem clara e não necessitamos nada especial para distinguir isto.
Mas em um adolescente muitas destas decisões tem um significado maior, o que achamos banalidades, para eles é de suma importância. Suas escolhas determinarão quem serão os brasileiros das próximas gerações, no que crerão e que estilo de vida levarão. Portanto, a escola além de seu papel epistêmico precisa cumprir seu papel de formação.
Na adolescência os acontecimentos são muito rápidos, o crescimento corporal, as emoções. Um adolescente de 15 anos é bem diferente de um de 17 anos, esta pequena diferença de 2 anos que na fase adulta não se nota, na adolescência ela é brutal. Desta maneira os interesses e necessidades dos adolescentes também mudam com extrema rapidez. Nossas escolas estão preparadas para lidar com esses adolescentes?
Antes vou fazer uma breve explicação do que é a Adolescência. É justamente o período de transição de fase de criança para a fase adulta. É neste período onde é criada a nossa personalidade. Quando criança, acumulamos informações que vem de pais, avós, parentes, sociedade. É quando aprendemos o que é certo e errado, quando as decisões sobre nossa vida são tomadas por nossos pais. Na adolescência isto já muda de figura, queremos tomar decisões por nós mesmos, sem interferência de outros, queremos ser únicos, se destacar dos outros.
Nesta busca da personalidade o adolescente procura uma pessoa ou pessoas que estejam passando pela mesma fase, ou seja, outros adolescentes. Por esta identificação eles se reúnem em turmas, sejam elas formadas por colegas de escola, clube ou vizinhos.
E com isso, o adolescente tem de fazer uma escolha, a qual grupo pertencer. Só que não é uma tarefa fácil, pois ele terá de identificar se as características do grupo são condizentes com sua vontade. Elas podem até ser, mas será que este adolescente tem as características para ser aceito neste grupo?
Como nesta fase ele quer ser notado, “ser popular”, é comum o adolescente querer se juntar a outros que são considerados “populares”. Mas isto não depende muito dele, depende sim do grupo se aceita ou não.
Normalmente o adolescente entra para o grupo onde seus interesses são coincidentes, se gostam da mesma música, se praticam o mesmo esporte, etc. Aqui vemos que embora o adolescente acredite que tenha feito uma escolha, de que grupo fazer parte, foi ele que foi escolhido. Para melhorar nosso entendimento, vamos pegar outro exemplo.
Em uma sala de aula, onde o adolescente não é que escolhe em que sala irá estudar, e sim a escola. Dentro desta sala ele também irá se reunir a colegas onde os interesses são comuns, mas ele também terá uma identidade para se diferenciar do demais. Normalmente esta identidade é “concedida” por seus colegas de sala, seja ela como o quieto, o brincalhão, o estudioso ou o mais inteligente. Não é ele quem escolhe este estereótipo e sim seus colegas de classe, o que ele faz é assumir esta identidade com suas conseqüências, sejam elas boas ou não. Mas porque o adolescente assume uma identidade que lhe é dada? Para se diferenciar dos demais colegas.
Aqui podemos ter a impressão de uma contraposição de objetivos. O adolescente quer fazer parte de um grupo ao qual se identifica e ao mesmo tempo quer uma identidade diferente de todos. Nos dois casos o adolescente quer sua individualidade, ela é representada em um grupo com posturas diferentes dos demais grupos, como nos roqueiros, temos os “Emos”, “Hevy Metal” “Trash Metal”, etc. Assim ele tem uma “identidade grupal” e dentro do grupo ele se destaca coma sua “identidade pessoal”. Percebo ao longo de minha experiência como orientador educacional que a escola e seus professores não estão preparados para lidar com as várias “tribos”, nem tão pouco para gerenciar os conflitos em sala de aula ou no ambiente escolar.
Quando o adolescente faz a escolha do grupo ele está escolhendo muitas vezes uma maneira de viver, eles se vestem de acordo com o grupo, vão a lugares parecidos chegando a ter vocabulários próprios. Mas se o adolescente não assume a identidade do grupo, muitas vezes ele é marginalizado por este, e isto para um adolescente é terrível, pois o grupo é de extrema importância neste período da vida. Assim, o Orientador Educacional precisa não apenas entender os mecanismos de escolha como intervir junto aos adolescentes para levá-los a refletir sobre cada escolha e cada ação. Ajudá-los a se posicionar diante das diversas escolhas que farão durante sua trajetória escolar e não apenas quanto à profissão que pretendem escolher.
Sinto-me muitas vezes frustrado ao perceber que as Escolas não encontraram ainda a sua posição dialógica junto aos milhares de adolescentes brasileiros. Estou aqui para provocar essa reflexão inicial.

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 11/03/2011 em Escola:

 

Top 5 casais mais legais dos seriados

Só pra avisar, tem spoilers de The O.C, Friends e Sex and the City.

1. Summer Roberts e Seth Cohen – The 0.C: Primeiro a Summer não dava a mínima bola pro Seth, que tinha ela como paixão platônica. Depois ela se apaixonou completamente e fez de tudo pra ficar com ele, disputando com garotas do calibre de Anna Stern (inclusive se vestindo de mulher maravilha pra conquistá-lo). Na terceira temporada, ao descobrir que Seth vai aplicar pra Brown, uma das universidades mais concorridas dos EUA, ela, mesmo com poucas chances, aplica junto pra poder morar perto dele. Claro, aconteceu que ela conseguiu a vaga e ele não, mas o que importa é que mesmo com a distância que eles tiveram que superar várias vezes, no final, casaram.


Casal nerd cute

Sim, eles namoraram na vida real também

2. Kirsten e Sandy Cohen – The O.C: De novo O.C! Os dois se conheceram na faculdade. Embora tivessem muitas diferenças (ele todo engajado em política e ela meio filhinha de papai), formaram um dos casais mais legais da TV. Também passaram por vários problemas como alcoolismo, ex-namoradas(os) inoportunas(os), acidentes de carro, filho drogado, mortes, etc.

Kiki e Sandy

3. Rachel Green e Ross Geller – Friends: Depois de MUITOS problemas para começar a namorar (problemas como uma namorada chinesa e listas de prós e contras), eles finalmente iniciam o relacionamento, que só durou parte da segunda e da terceira temporada por causa da moça do xerox, álcool demais e o “we were on a break“. Mesmo assim nunca ficaram separados muito tempo, voltaram na quarta temporada por pouco tempo (ela fez a namorada do Ross na época ficar careca!), casaram bêbados em Las Vegas, etc. Mesmo com Ross casando com outra (a chatinha da Emily, e a Rachel ainda teve que assistir ao casamento), eles na última temporada finalmente se acertaram e ficaram juntos. Abaixo video com alguns momentos deles, ao som de with or without do U2, música que tocou na segunda temporada.

4. Carrie Bradshaw e John Big – Sex and the City: Embora o Big tenha feito de tudo pra não ficar com a Carrie, desde viagens para Paris, viagens para a costa oeste, casamento com outras mulheres, etc, se arrependeu e foi pra Paris tirar a escritora dos braços daquele russo milionário chatissímo.

Quando eles cairam num hotel …

e quando eles cairam dentro de um lago do Central Park. Sim, eles gostavam de cair juntos

5. Kate e James Ford (Sawyer) – Lost: Eu sei que tem o pessoal que quer que a Kate fique com o Jack, mas por favor, o Jack é muito sem sal. A Kate e o Sawyer são de longe o casal mais legal de Lost.

Eu ia botar essa foto romântica …

mas não resisti em botar essa também : P

Barrinha

 

Top: Casais de Series e Seriados

Michael Kyle e Jane (do seriado My wife and kids)

Meu casal preferido dos seriados americanos!Barrinha

Eric e Donna (do seriado That’s 70 show)

Eric e Donna: só amigos?

Barrinha

  • Jackie e Kelso (do seriado That’s 70 show)
Jackie e Kelso: pena que não deram certoJackie e Kelso: pena que não deram certo

Barrinha

Ted e Robin (do seriado How I Met Your Mother)

Barrinha

Rachel e Ross (do seriado Friends)

Barrinha

Brenda e Dylan (do seriado Barrados no Baile)

Barrinha

Dexter e Rita (do seriado Dexter)


Barrinha

Mônica e Chandler (do seriado Friends)

Barrinha

Summer e Seth Cohen (do seriado The O.C.)

Barrinha

Dona Florinda e Professor Girafales (Chaves)

Barrinha

Dr. Gregory House e Dra Cuddy (do seriado House MD)

Barrinha Barrinha

  • Leonard e Sheldon (do seriado The Big Bang Theory)
Sheldon e Leonard: só amizadeSheldon e Leonard: só amizade

Continua….

Barrinha

 
Deixe um comentário

Publicado por em 10/03/2011 em Casais Seriados:

 

Como Todos sabem os Mangas e Animes  estão cada vez ser tornando mais famosos e populares em todo o Mundo !

Aqui estão alguns casais (ainda não definidos) de Mangas e Animes.

Naruto:

Sakura e Sasuke:

Ou

Sakura e Naruto:

Naruto e Hinata:

Hinata e Kiba:

 

Neji & TenTen

 

Sai & Ino

Kurenai & Asuma

Shikamaru & Temari

Barrinha

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 10/03/2011 em Casais de Mangas: